Em parceria com a Universidade da Califórnia, a Anhembi Morumbi está lançando a graduação de negócios internacionais.
O curso, que é oferecido pela Escola de Direito e Negócios da instituição, terá quatro anos de duração e será oferecido apenas no campus da avenida Paulista, no período noturno.
Na grade curricular, as disciplinas dão ênfase à administração de negócios num contexto globalizado.
A mensalidade do curso custa R$1.190. As inscrições para o vestibular podem ser feitas até dia 11 de dezembro. A taxa custa R$75 e a prova acontece no dia 13 de dezembro.
Estão abertas até dia 31 de dezembro as inscrições do concurso de bolsas do Cursinho do XI para a turma de extensivo do ano que vem.
As bolsas dão desconto de 20% a 80%. A prova, que terá 60 questões de múltipla escolha de matemática, física, química, língua portuguesa, história, geografia e biologia, ainda não tem data marcada.
O exame vai acontecer na sede do curso, que fica na av. Brigadeiro Luís Antônio, 277, 5º andar. Outras informações pelo telefone 0/xx/11/3107-6293.
Termina nesta sexta-feira o prazo para vestibulandos enviarem redações para o caderno "Fovest". É bom lembrar que todos os textos serão lidos, mas apenas um terá sua correção publicada, no dia 22 de dezembro de 2009. A redação escolhida permitirá fazer observações úteis a todos os estudantes.
Desta vez, o candidato escreverá sobre o episódio recentemente ocorrido com Geisy Arruda, aluna do curso de turismo da Uniban em São Bernardo do Campo, que foi hostilizada por cerca de 700 estudantes por ter usado nas dependências da universidade um vestido considerado muito curto.
A jovem foi xingada e chegou a ser ameaçada de estupro. O tumulto só teve fim com a intervenção da polícia. Depois de colher depoimentos de alunos, professores e funcionários, a universidade decidiu expulsar a aluna Geisy, alegando "flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade", e suspender temporariamente alguns dos alunos envolvidos no episódio. A repercussão do caso na mídia levou a universidade a desistir da expulsão de Geisy _e os outros alunos tiveram a suspensão revogada.
Com base na leitura de textos publicados abaixo, que apresentam diferentes pontos de vista sobre o incidente, elabore um texto dissertativo em que faça uma reflexão sobre o ocorrido. Procure construir uma opinião com base na reflexão e desenvolva uma linha de raciocínio.
Os textos devem ser encaminhados para thais.nicoleti@grupofolha.com.br. Na barra de assunto, escreva "redação fovest 2009". A publicação da redação ocorrerá no dia 22 de dezembro, na página 6 do caderno "Fovest". (THAIS NICOLETI DE CAMARGO)
COLETÂNEA
Texto 1
Muito além de uma minissaia
Carregado de expectativas, esse pessoal vai fazer cada vez mais barulho. Tanto quanto Geisy com sua roupa
Por trás da minissaia de Geisy Arruda existe o surgimento de um novo poder no país, com especial intensidade nas regiões metropolitanas. Talvez isso explique parte da repercussão do escândalo: as classes C e D serão, muito em breve, maioria nas universidades.
A estudante apareceu no noticiário cotada para posar na revista "Playboy", participar de um anúncio de lingerie e ser a estrela principal de um filme erótico.
Os debates envolvem os mais variados temas: violência, machismo e intolerância, indicadores universitários, pedagogia. E, claro, moda: inspirou um curso de história da moda na sofisticada Casa do Saber.
Mas o que me chama atenção é o contexto em que surge Geisy: o do crescimento veloz das matrículas dos mais pobres no ensino superior. É mais veloz do que se imagina.
Com base em questionários socioeconômicos dos testes públicos, uma consultoria especializada em ensino superior (Hoper) estima que, em 2012, haverá mais alunos das classes C e D do que A e B nas universidades brasileiras.
De 2004 a 2008, a classe C produziu mais de 343 mil universitários _um crescimento no período de 84%. Na classe D, a evolução foi de mais de 333 mil, o que significa 52%.
Estamos falando aqui de 676 mil brasileiros, com altas expectativas. ‘Para a maioria deles, a faculdade é uma espécie de porta da esperança. Muitos são os primeiros a entrar no ensino superior em toda a família‘, afirma Ryon Braga, diretor da Hoper, que realiza frequentes pesquisas qualitativas para entender o que pensa e sente esses brasileiros.
São indivíduos que, em geral, vêm das escolas públicas, têm ainda maiores carências educacionais e baixo repertório cultural. Mas têm a força dos sobreviventes.
A Uniban pode estar muito longe do topo de qualidade de ensino, mas Geisy, ao ser expulsa, transmitiu a sensação de que tinha perdido uma chance de futuro, embora nem seu curso se destaque nos rankings do MEC nem ela tenha demonstrado ser uma aluna aplicada.
Ela se celebrizou pelos dotes físicos, mas quem ouviu com atenção suas entrevistas viu que soube defender com propriedade seus direitos _é a esperteza de quem junta capacidade de articulação com as dificuldades cotidianas.
Entre os mais pobres, dissemina-se a percepção correta de que cada ano de escolaridade corresponde a um salário menor e uma chance mais reduzida de desemprego.
Somem-se o aumento de renda da classe C, a queda no valor das mensalidades e programas como o ProUni para se entender essa mudança na paisagem humana.
O mercado está cada vez mais de olho nesses movimentos. Formado em administração, Caio Romano criou uma empresa de marketing (Mundo Universitário) para fazer a ponte entre as empresas e os campi. Ele percebe que, nos últimos anos, as empresas se mostram muito interessadas _algumas até de mais_ em exibir seus produtos em uma escola povoada por estudantes da classe C e D. "É alguém que, em breve, será em maior número e terá mais dinheiro do bolso", afirma Caio.
Por isso, mais publicitários tentam entender e focar seus projetos nesse público. "Um universitário, por mais pobre que seja, aumenta seu padrão de consumo ao tomar contato com mais informações."
Tenho testemunhado, há vários anos, como eles, em geral, demonstram mais garra do que os mais ricos, dispondo-se a trabalhar de noite e estudar de dia. Saem perdendo não só por causa do baixo repertório educacional e cultural, mas especialmente pela falta de uma rede de contatos. Como já comentei, muitos dos que conseguem entrar nas melhores faculdades públicas e enfrentar suas deficiências apresentam desempenho melhor do que a média.
Carregado de expectativas, esse pessoal vai fazer cada vez mais barulho. Tanto quanto Geisy com sua minissaia.
PS - O papel da sociedade é cobrar cada vez mais qualidade das faculdades. Mas cuidado com o preconceito: o ensino superior, mesmo do jeito que está, é uma evolução na paisagem social. É melhor mais quatro anos de escolaridade numa faculdade ruim do que apenas o diploma de ensino médio. Coloquei em meu site (www.dimenstein.com.br) mais detalhes sobre a evolução das classes C e D nas universidades brasileiras.
(Gilberto Dimenstein- Folha de S.Paulo 15.11.09)
Texto 2
Mais que uma saia justa
Não se fala de outra coisa: a saia justa na Uniban quando a estudante Geisy Arruda, 20, foi agredida verbalmente, acuada, xingada e ameaçada de estupro por usar um minivestido. A primeira reação da universidade não poderia ser mais cinto de castidade, ao expulsar a aluna por "flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade". Pressionada, a universidade teve que revogar a decisão.
O mais impressionante nessa discussão foi a reação de muitas mulheres que condenaram veementemente o uso da minissaia, esquecendo que essa peça é exatamente o símbolo da liberação feminina nos anos 1960.
Se hoje as mulheres podem frequentar uma universidade, algo se deve à redução do tecido das saias. Como bem ressaltou uma amiga, ao dizer que foi a aluna que causou a situação, temos o mesmo raciocínio machista que culpa a vítima de estupro por "provocar" o estuprador.
As mulheres continuam sendo as maiores algozes delas mesmas, assim como os gays. Quando um viado apanha na rua de uma gangue, as bichinhas são as primeiras a proclamar: "Com certeza devia estar mexendo com os bofes". Como se isso fosse algo tão condenável. Pensando dessa forma, as minorias permanecerão servas voluntárias por muito tempo. Contra isso, viva a minissaia de Geisy!
(Vitor Angelo - Revista da Folha - 15.11.09)
Texto 3
"Foi constatado que a atitude provocativa da aluna, no dia 22 de outubro, buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar, o que resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar."
(...)
"A Uniban reafirma seu compromisso com a responsabilidade social e a promoção dos valores que regem uma instituição de ensino superior, expressando sua posição de apoio aos seus 60 mil alunos injustamente aviltados. Nesse sentido, cabe aqui registrar o estranhamento da Uniban diante do comportamento da mídia, que, uma vez mais, perde a oportunidade de contribuir para um debate sério e equilibrado sobre temas fundamentais como ética, juventude e universidade."
(8.11.09 - trechos do Informe Publicitário divulgado pela Uniban após a decisão de expulsar a estudante da universidade)
Texto 4
Culpar a vítima: essa foi a estratégia
Culpe a vítima. Essa foi a estratégia utilizada pela Uniban para, vá lá, "reduzir os danos" provocados pelo ‘affaire‘ Geisy. Acho que não chamaram ninguém do Departamento de Marketing para a reunião que definiu a expulsão. Nem da Pedagogia, nem o professor de Ética (se é que têm um).
Chamaram apenas alguém do Jurídico, o qual concluiu que a agora ex-aluna violou o artigo 215 e seguintes do Regimento Interno da universidade, ao usar "trajes inadequados" e fazer ‘percursos maiores que o habitual‘.
Não é preciso pós-graduação em astrologia para perceber que o impacto da decisão não é dos mais auspiciosos para a universidade.
Conseguiram transformar o que já era um pesadelo de relações públicas naquilo que o pessoal das Letras Clássicas chamaria de "defaecatio maxima" _e que o pudor que faltou aos dirigentes da instituição me impede de traduzir.
A provável ação indenizatória que Geisy moverá contra a escola acaba de ter seu valor majorado. A Uniban também deve ter perdido potenciais candidatos a estudante. Eu, pelo menos, pensaria várias vezes antes de matricular meus filhos numa faculdade que busca proteger um bando de arruaceiros atacando o elo mais fraco.
A estratégia de culpar a vítima é bem conhecida. Se uma garota foi estuprada, ela é pelo menos parcialmente responsável por seu destino: de alguma forma, provocou o estuprador, seja por utilizar roupas insinuantes, seja por meio de atitudes libidinosas. Afinal, nada acontece "de graça".
A psicologia explica tal atitude como um autoengano que visa a nos manter em posição de controle: se eu não me comportar "mal" como a "vítima", não estou sujeito ao mesmo risco. Tal operação mental nos permite persistir na crença de que o mundo é um lugar justo. Não é, como a Uniban acaba de demonstrar exemplarmente.
(Hélio Schwartsman - Folha de S. Paulo - 8.11.09)
Texto 5
"Tudo tem limites. A loira provocante foi expulsa e terá agora o direito e a oportunidade de mostrar seu corpo como quiser e onde quiser, mas fora da escola. Foi um final feliz para todos, inclusive para a Uniban, que agiu corretamente e deu uma aula grátis aos que se interessam por aprender."
(Gilberto Dib - SP - Folha de S.Paulo - Painel do Leitor -9.11.09)
Texto 6
Os linchadores da Uniban
A notícia da expulsão de Geisy Arruda pela Uniban é estarrecedora. O informe divulgado ontem pela direção da universidade, por meio do qual a aluna ficou sabendo da decisão, é um panfleto obscurantista que requer análise. Ele transforma a incitação ao estupro de uma jovem acossada na universidade por algumas centenas de marmanjos em "reação coletiva de defesa do ambiente escolar".
Eis o que conclui a ‘sindicância‘ da Uniban: "Foi constatado que a atitude provocativa da aluna buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar, o que resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar". Geisy, diz a nota, ensejou ‘de forma explícita os apelos dos alunos‘ e foi expulsa por "flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade". O título do informe agrega ao conteúdo um toque de humor negro: "A educação se faz com atitude e não com complacência".
De que educação falam esses farsantes? Devemos chamar essa fábrica de açougueiros de instituição de ensino? Que princípio ético ou dignidade acadêmica podem sobreviver a uma escola que pune a vítima humilhada para respaldar a brutalidade e a covardia de uma turba excitada com a própria fúria?
Como se sentirão agora as garotas que estudam na Uniban? Estarão os rapazes liberados pela direção a agir sempre assim em defesa do "ambiente escolar"?
As cenas são conhecidas: ‘Pu-ta!, pu-ta!‘, "vamos estuprar!", "solta ela, professor!". Um aluno chutou a maçaneta da porta da sala em que a moça estava encurralada; outros tentaram colocar o celular entre suas pernas para fotografá-la.
A Uniban invoca um zelo pedagógico que não tem para satisfazer a vontade fascista da maioria e preservar os negócios. Com sua decisão, ela deu chancela institucional aos atos de barbárie praticados em suas dependências. Mais do que isso: ao linchar Geisy, a universidade consuma o serviço que os alunos haviam deixado pela metade.
(Fernando de Barros e Silva -Folha de S. Paulo - 9.11.09)
Texto 7
"A sociedade só parece ser mais democrática", afirma Miriam Abramovay, pesquisadora da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana, um organismo internacional de cooperação técnica.
"Na verdade, ela continua sendo um lugar muito conservador e muito machista", disse a socióloga à Folha. "Mesmo com os avanços dos direitos femininos em 40 anos", constatou a estudiosa.
Para Abramovay, neste contexto, a visão machista tradicional surge de forma muito forte. "Existe um pensamento entre os homens de que o mundo está dividido entre santas e putas. De que o espaço [de convívio social] tem que ser quase sacrossanto", afirma a pesquisadora.
Uma das pioneiras no estudo da questão feminina no país, Heleieth Saffioti, professora aposentada da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Araraquara, concorda com as observações da colega.
"O fato surgiu de um nicho de conservadorismo, que não é normal no Brasil. Não acredito que a sociedade toda seja assim, mas nem no inverso", afirmou a professora.
A violência vista nos corredores da Uniban tem uma origem na vida doméstica, diz ela.
Avanço?
"A cada 15 segundos uma mulher é espancada no país. É muito para o meu gosto. A sociedade civilizada, em vez da patriarcal como temos, tem que resolver isso na conversa", disse Saffioti.
Para a professora, o fato suscita outro debate: o conceito de modernidade social. "Acentuar o papel da mulher como objeto é um avanço ou queremos outra coisa?", indaga.
(Folha de S. Paulo - 10.11.09 - trecho de reportagem)
Martin Luther King, Jr. (January 15, 1929 April 4, 1968) was an American clergyman, activist and prominent leader in the African-American civil rights movement. His main legacy was to secure progress on civil rights in the United States and he is frequently referenced as a human rights icon today. This is an extract of his famous speech "I have a dream":
I HAVE A DREAM
(extract)
(...) "I say to you today, my friends, that ____[1]____ the difficulties and frustrations of the moment, I still have a dream. It is a dream deeply rooted in the American dream.
I have a dream that one day this nation will rise up and live out the true meaning of its creed: "We hold these truths to be self-evident: that all men are created equal".
I have a dream that one day on the red hills of Georgia the sons of former slaves and the sons of former slave owners will be able to sit down together at a table of brotherhood.
I have a dream that one day ____[2]____ the state of Mississippi, a desert state, sweltering with the heat of injustice and oppression, will be transformed into an oasis of freedom and justice.
I have a dream that my four children will one day live in a nation where they will not be judged by the color of their skin ____[3]____ by the content of their character.
I have a dream today.
I have a dream that one day the state of Alabama, ____[4]____ governor’s lips are presently dripping with the words of interposition and nullification, will be transformed into a situation where little black boys and black girls will be able to join hands with little white boys and white girls and walk together as sisters and brothers.
I have a dream today.
(...)
When we let freedom ring, when we let it ring from every village and every hamlet, from every state and every city, we will be able to speed up that day when all of God’s children, black men and white men, Jews and Gentiles, Protestants and Catholics, will be able to join hands and sing in the words of the old Negro spiritual, "Free at last! free at last! Thank God Almighty, we are free at last!"
Que palavras, respectivamente, completam as lacunas no texto acima?
a. Besides - maybe - but - that
b. in spite of - even - but - whose
c. despite - perhaps - however - where
d. although - even - or - that
e. even though - however - yet - which
A professora de inglês Denise Maciel Selmo explica a resposta:
In spite of =Apesar de/a despeito de todas as dificuldades, Dr. King tinha um sonho
Even =Até mesmo o Estado do Mississipi, oprimido pelo calor da injustiça e da opressão, se tornaria um oásis de liberdade e justiça
But = Dr. King sonhava que um dia seus quatro filhos não seriam julgados pela cor de sua pele, mas por seu caráter
A Unesp divulgou hoje a relação dos 27.278 aprovados na primeira fase do seu vestibular. A segunda fase acontece nos dias 20 e 21 de dezembro, e as provas específicas de habilidades, entre os dias 4 e 13.
O Instituto Henfil oferece, neste domingo, dia 29, um aulão preparatório para o Enem. O curso é gratuito, mas os estudantes devem comprar o material, ao preço de R$ 20.
O objetivo da aula, que vai das 9h às 19h, é familiarizar o aluno com o formato do exame. Os professores apresentarão os conteúdos mínimos exigidos nas provas e darão dicas sobre como resolver as questões.
Os interessados devem se inscrever com antecedência pelo telefone 0/xx/11/3262-4496 ou pelo site www.cursinhohenfil.org.br.
O Cursinho Henfil preparou um simulado do Enem, cujas provas acontecem nos dias 5 e 6 de dezembro.
No link www.cursinhohenfil.org.br/simulaenem.zip, você encontra dois arquivos zipados. São 140 questões no total, divididas em duas provas: uma com 70 questões das áreas de ciências humanas e ciências da natureza e outra com 70 questões das áreas de linguagens e matemática. Você encontrará também os arquivos com os gabaritos das duas provas.
O Enem será composto por 180 questões, aplicadas em dois dias. No dia 5, será aplicada a prova de ciências da natureza e ciências humanas; no dia 6, será a vez de linguagens e matemática, além da redação.
O Blog do Fovest quer saber se ainda há candidatos que vão prestar o Enem muito longe de casa. Os novos locais de prova estão no site http://sistemasenem2.inep.gov.br/enemLocalProva/. Confira onde você vai fazer o exame e comente aqui!
Segundo o Inep, órgão do MEC que organiza o Enem, os endereços não são necessariamente os mesmos da edição do exame que foi cancelada. Por isso, é importante que todos confiram as novas informações.
Além da internet, o candidato poderá consultar os locais das provas pelo telefone do Fala Brasil, o 0800-616161. Os endereços também constarão no cartão de confirmação de inscrição, que devem chegar à casa do candidato até o próximo dia 30.
O quiz desta semana foi proposto pela professora de inglês Denise Maciel Selmo. A resposta será publicada na segunda-feira.
Martin Luther King, Jr. (January 15, 1929 April 4, 1968) was an American clergyman, activist and prominent leader in the African-American civil rights movement. His main legacy was to secure progress on civil rights in the United States and he is frequently referenced as a human rights icon today. This is an extract of his famous speech "I have a dream":
I HAVE A DREAM
(extract)
(...) "I say to you today, my friends, that ____[1]____ the difficulties and frustrations of the moment, I still have a dream. It is a dream deeply rooted in the American dream.
I have a dream that one day this nation will rise up and live out the true meaning of its creed: "We hold these truths to be self-evident: that all men are created equal".
I have a dream that one day on the red hills of Georgia the sons of former slaves and the sons of former slave owners will be able to sit down together at a table of brotherhood.
I have a dream that one day ____[2]____ the state of Mississippi, a desert state, sweltering with the heat of injustice and oppression, will be transformed into an oasis of freedom and justice.
I have a dream that my four children will one day live in a nation where they will not be judged by the color of their skin ____[3]____ by the content of their character.
I have a dream today.
I have a dream that one day the state of Alabama, ____[4]____ governor’s lips are presently dripping with the words of interposition and nullification, will be transformed into a situation where little black boys and black girls will be able to join hands with little white boys and white girls and walk together as sisters and brothers.
I have a dream today.
(...)
When we let freedom ring, when we let it ring from every village and every hamlet, from every state and every city, we will be able to speed up that day when all of God’s children, black men and white men, Jews and Gentiles, Protestants and Catholics, will be able to join hands and sing in the words of the old Negro spiritual, "Free at last! free at last! Thank God Almighty, we are free at last!"
Que palavras, respectivamente, completam as lacunas no texto acima?
A Unifesp liberou hoje a consulta aos locais da segunda etapa do seu vestibular -exigida para alguns cursos. O candidato deve entrar no site da Fundação Vunesp, a organizadora do vestibular, e colocar o seu nome para consultar o local.
A Unifesp usará o Enem como única forma de seleção para a maioria dos seus cursos. Mas os vestibulandos de ciências biológicas (Diadema e SP), engenharia química (Diadema), letras (Guarulhos), enfermagem (SP), fonoaudiologia (SP) e medicina (SP) têm de fazer provas específicas da universidade. As provas serão nos dias 17 e 18 de dezembro. Mais informações em www.vunesp.com.br.
Os alunos que se inscreveram na UFSCar (federal de São Carlos) podem, a partir de hoje, conferir os endereços dos locais onde farão a segunda fase do vestibular no site Vunesp, organizadora do vestibular da universidade.
As provas serão nos dias 13 e 14 de dezembro (domingo e segunda). A primeira fase do vestibular da UFSCar será o Enem, que acontece nos final de semana anterior, nos dias 5 e 6 de dezembro.
A UFSCar aplicará provas nas cidades de Araras, Bauru, Campinas, Marília, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba.
Neste ano, o número de inscritos para o vestibular da federal de São Carlos bateu recorde: são 40.547 candidatos disputando as 2.577 vagas oferecidas.
O caderno "Fovest" dá aos vestibulandos mais uma oportunidade de enviar uma redação para análise. É bom lembrar que todos os textos serão lidos, mas apenas um terá sua correção publicada (no dia 22 de dezembro de 2009). A redação escolhida permitirá fazer observações úteis a todos os estudantes.
Desta vez, o candidato escreverá sobre o episódio recentemente ocorrido com Geisy Arruda, aluna do curso de turismo da Uniban em São Bernardo do Campo, que foi hostilizada por cerca de 700 estudantes por ter usado nas dependências da universidade um vestido considerado muito curto.
A jovem foi xingada e chegou a ser ameaçada de estupro. O tumulto só teve fim com a intervenção da polícia. Depois de colher depoimentos de alunos, professores e funcionários, a universidade decidiu expulsar a aluna Geisy, alegando "flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade", e suspender temporariamente alguns dos alunos envolvidos no episódio. A repercussão do caso na mídia levou a universidade a desistir da expulsão de Geisy _e os outros alunos tiveram a suspensão revogada.
Com base na leitura de textos publicados abaixo, que apresentam diferentes pontos de vista sobre o incidente, elabore um texto dissertativo em que faça uma reflexão sobre o ocorrido. Procure construir uma opinião com base na reflexão e desenvolva uma linha de raciocínio.
Termina no dia 4 de dezembro o prazo de envio de redações para o caderno "Fovest".
Os textos devem ser encaminhados para thais.nicoleti@grupofolha.com.br. Na barra de assunto, escreva "redação fovest 2009". A publicação da redação ocorrerá no dia 22 de dezembro, na página 6 do caderno "Fovest". (THAIS NICOLETI DE CAMARGO)
COLETÂNEA
Texto 1
Muito além de uma minissaia
Carregado de expectativas, esse pessoal vai fazer cada vez mais barulho. Tanto quanto Geisy com sua roupa
Por trás da minissaia de Geisy Arruda existe o surgimento de um novo poder no país, com especial intensidade nas regiões metropolitanas. Talvez isso explique parte da repercussão do escândalo: as classes C e D serão, muito em breve, maioria nas universidades.
A estudante apareceu no noticiário cotada para posar na revista "Playboy", participar de um anúncio de lingerie e ser a estrela principal de um filme erótico.
Os debates envolvem os mais variados temas: violência, machismo e intolerância, indicadores universitários, pedagogia. E, claro, moda: inspirou um curso de história da moda na sofisticada Casa do Saber.
Mas o que me chama atenção é o contexto em que surge Geisy: o do crescimento veloz das matrículas dos mais pobres no ensino superior. É mais veloz do que se imagina.
Com base em questionários socioeconômicos dos testes públicos, uma consultoria especializada em ensino superior (Hoper) estima que, em 2012, haverá mais alunos das classes C e D do que A e B nas universidades brasileiras.
De 2004 a 2008, a classe C produziu mais de 343 mil universitários _um crescimento no período de 84%. Na classe D, a evolução foi de mais de 333 mil, o que significa 52%.
Estamos falando aqui de 676 mil brasileiros, com altas expectativas. ‘Para a maioria deles, a faculdade é uma espécie de porta da esperança. Muitos são os primeiros a entrar no ensino superior em toda a família‘, afirma Ryon Braga, diretor da Hoper, que realiza frequentes pesquisas qualitativas para entender o que pensa e sente esses brasileiros.
São indivíduos que, em geral, vêm das escolas públicas, têm ainda maiores carências educacionais e baixo repertório cultural. Mas têm a força dos sobreviventes.
A Uniban pode estar muito longe do topo de qualidade de ensino, mas Geisy, ao ser expulsa, transmitiu a sensação de que tinha perdido uma chance de futuro, embora nem seu curso se destaque nos rankings do MEC nem ela tenha demonstrado ser uma aluna aplicada.
Ela se celebrizou pelos dotes físicos, mas quem ouviu com atenção suas entrevistas viu que soube defender com propriedade seus direitos _é a esperteza de quem junta capacidade de articulação com as dificuldades cotidianas.
Entre os mais pobres, dissemina-se a percepção correta de que cada ano de escolaridade corresponde a um salário menor e uma chance mais reduzida de desemprego.
Somem-se o aumento de renda da classe C, a queda no valor das mensalidades e programas como o ProUni para se entender essa mudança na paisagem humana.
O mercado está cada vez mais de olho nesses movimentos. Formado em administração, Caio Romano criou uma empresa de marketing (Mundo Universitário) para fazer a ponte entre as empresas e os campi. Ele percebe que, nos últimos anos, as empresas se mostram muito interessadas _algumas até de mais_ em exibir seus produtos em uma escola povoada por estudantes da classe C e D. "É alguém que, em breve, será em maior número e terá mais dinheiro do bolso", afirma Caio.
Por isso, mais publicitários tentam entender e focar seus projetos nesse público. "Um universitário, por mais pobre que seja, aumenta seu padrão de consumo ao tomar contato com mais informações."
Tenho testemunhado, há vários anos, como eles, em geral, demonstram mais garra do que os mais ricos, dispondo-se a trabalhar de noite e estudar de dia. Saem perdendo não só por causa do baixo repertório educacional e cultural, mas especialmente pela falta de uma rede de contatos. Como já comentei, muitos dos que conseguem entrar nas melhores faculdades públicas e enfrentar suas deficiências apresentam desempenho melhor do que a média.
Carregado de expectativas, esse pessoal vai fazer cada vez mais barulho. Tanto quanto Geisy com sua minissaia.
PS - O papel da sociedade é cobrar cada vez mais qualidade das faculdades. Mas cuidado com o preconceito: o ensino superior, mesmo do jeito que está, é uma evolução na paisagem social. É melhor mais quatro anos de escolaridade numa faculdade ruim do que apenas o diploma de ensino médio. Coloquei em meu site (www.dimenstein.com.br) mais detalhes sobre a evolução das classes C e D nas universidades brasileiras.
(Gilberto Dimenstein- Folha de S.Paulo 15.11.09)
Texto 2
Mais que uma saia justa
Não se fala de outra coisa: a saia justa na Uniban quando a estudante Geisy Arruda, 20, foi agredida verbalmente, acuada, xingada e ameaçada de estupro por usar um minivestido. A primeira reação da universidade não poderia ser mais cinto de castidade, ao expulsar a aluna por "flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade". Pressionada, a universidade teve que revogar a decisão.
O mais impressionante nessa discussão foi a reação de muitas mulheres que condenaram veementemente o uso da minissaia, esquecendo que essa peça é exatamente o símbolo da liberação feminina nos anos 1960.
Se hoje as mulheres podem frequentar uma universidade, algo se deve à redução do tecido das saias. Como bem ressaltou uma amiga, ao dizer que foi a aluna que causou a situação, temos o mesmo raciocínio machista que culpa a vítima de estupro por "provocar" o estuprador.
As mulheres continuam sendo as maiores algozes delas mesmas, assim como os gays. Quando um viado apanha na rua de uma gangue, as bichinhas são as primeiras a proclamar: "Com certeza devia estar mexendo com os bofes". Como se isso fosse algo tão condenável. Pensando dessa forma, as minorias permanecerão servas voluntárias por muito tempo. Contra isso, viva a minissaia de Geisy!
(Vitor Angelo - Revista da Folha - 15.11.09)
Texto 3
"Foi constatado que a atitude provocativa da aluna, no dia 22 de outubro, buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar, o que resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar."
(...)
"A Uniban reafirma seu compromisso com a responsabilidade social e a promoção dos valores que regem uma instituição de ensino superior, expressando sua posição de apoio aos seus 60 mil alunos injustamente aviltados. Nesse sentido, cabe aqui registrar o estranhamento da Uniban diante do comportamento da mídia, que, uma vez mais, perde a oportunidade de contribuir para um debate sério e equilibrado sobre temas fundamentais como ética, juventude e universidade."
(8.11.09 - trechos do Informe Publicitário divulgado pela Uniban após a decisão de expulsar a estudante da universidade)
Texto 4
Culpar a vítima: essa foi a estratégia
Culpe a vítima. Essa foi a estratégia utilizada pela Uniban para, vá lá, "reduzir os danos" provocados pelo ‘affaire‘ Geisy. Acho que não chamaram ninguém do Departamento de Marketing para a reunião que definiu a expulsão. Nem da Pedagogia, nem o professor de Ética (se é que têm um).
Chamaram apenas alguém do Jurídico, o qual concluiu que a agora ex-aluna violou o artigo 215 e seguintes do Regimento Interno da universidade, ao usar "trajes inadequados" e fazer ‘percursos maiores que o habitual‘.
Não é preciso pós-graduação em astrologia para perceber que o impacto da decisão não é dos mais auspiciosos para a universidade.
Conseguiram transformar o que já era um pesadelo de relações públicas naquilo que o pessoal das Letras Clássicas chamaria de "defaecatio maxima" _e que o pudor que faltou aos dirigentes da instituição me impede de traduzir.
A provável ação indenizatória que Geisy moverá contra a escola acaba de ter seu valor majorado. A Uniban também deve ter perdido potenciais candidatos a estudante. Eu, pelo menos, pensaria várias vezes antes de matricular meus filhos numa faculdade que busca proteger um bando de arruaceiros atacando o elo mais fraco.
A estratégia de culpar a vítima é bem conhecida. Se uma garota foi estuprada, ela é pelo menos parcialmente responsável por seu destino: de alguma forma, provocou o estuprador, seja por utilizar roupas insinuantes, seja por meio de atitudes libidinosas. Afinal, nada acontece "de graça".
A psicologia explica tal atitude como um autoengano que visa a nos manter em posição de controle: se eu não me comportar "mal" como a "vítima", não estou sujeito ao mesmo risco. Tal operação mental nos permite persistir na crença de que o mundo é um lugar justo. Não é, como a Uniban acaba de demonstrar exemplarmente.
(Hélio Schwartsman - Folha de S. Paulo - 8.11.09)
Texto 5
"Tudo tem limites. A loira provocante foi expulsa e terá agora o direito e a oportunidade de mostrar seu corpo como quiser e onde quiser, mas fora da escola. Foi um final feliz para todos, inclusive para a Uniban, que agiu corretamente e deu uma aula grátis aos que se interessam por aprender."
(Gilberto Dib - SP - Folha de S.Paulo - Painel do Leitor -9.11.09)
Texto 6
Os linchadores da Uniban
A notícia da expulsão de Geisy Arruda pela Uniban é estarrecedora. O informe divulgado ontem pela direção da universidade, por meio do qual a aluna ficou sabendo da decisão, é um panfleto obscurantista que requer análise. Ele transforma a incitação ao estupro de uma jovem acossada na universidade por algumas centenas de marmanjos em "reação coletiva de defesa do ambiente escolar".
Eis o que conclui a ‘sindicância‘ da Uniban: "Foi constatado que a atitude provocativa da aluna buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar, o que resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar". Geisy, diz a nota, ensejou ‘de forma explícita os apelos dos alunos‘ e foi expulsa por "flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade". O título do informe agrega ao conteúdo um toque de humor negro: "A educação se faz com atitude e não com complacência".
De que educação falam esses farsantes? Devemos chamar essa fábrica de açougueiros de instituição de ensino? Que princípio ético ou dignidade acadêmica podem sobreviver a uma escola que pune a vítima humilhada para respaldar a brutalidade e a covardia de uma turba excitada com a própria fúria?
Como se sentirão agora as garotas que estudam na Uniban? Estarão os rapazes liberados pela direção a agir sempre assim em defesa do "ambiente escolar"?
As cenas são conhecidas: ‘Pu-ta!, pu-ta!‘, "vamos estuprar!", "solta ela, professor!". Um aluno chutou a maçaneta da porta da sala em que a moça estava encurralada; outros tentaram colocar o celular entre suas pernas para fotografá-la.
A Uniban invoca um zelo pedagógico que não tem para satisfazer a vontade fascista da maioria e preservar os negócios. Com sua decisão, ela deu chancela institucional aos atos de barbárie praticados em suas dependências. Mais do que isso: ao linchar Geisy, a universidade consuma o serviço que os alunos haviam deixado pela metade.
(Fernando de Barros e Silva -Folha de S. Paulo - 9.11.09)
Texto 7
"A sociedade só parece ser mais democrática", afirma Miriam Abramovay, pesquisadora da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana, um organismo internacional de cooperação técnica.
"Na verdade, ela continua sendo um lugar muito conservador e muito machista", disse a socióloga à Folha. "Mesmo com os avanços dos direitos femininos em 40 anos", constatou a estudiosa.
Para Abramovay, neste contexto, a visão machista tradicional surge de forma muito forte. "Existe um pensamento entre os homens de que o mundo está dividido entre santas e putas. De que o espaço [de convívio social] tem que ser quase sacrossanto", afirma a pesquisadora.
Uma das pioneiras no estudo da questão feminina no país, Heleieth Saffioti, professora aposentada da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Araraquara, concorda com as observações da colega.
"O fato surgiu de um nicho de conservadorismo, que não é normal no Brasil. Não acredito que a sociedade toda seja assim, mas nem no inverso", afirmou a professora.
A violência vista nos corredores da Uniban tem uma origem na vida doméstica, diz ela.
Avanço?
"A cada 15 segundos uma mulher é espancada no país. É muito para o meu gosto. A sociedade civilizada, em vez da patriarcal como temos, tem que resolver isso na conversa", disse Saffioti.
Para a professora, o fato suscita outro debate: o conceito de modernidade social. "Acentuar o papel da mulher como objeto é um avanço ou queremos outra coisa?", indaga.
(Folha de S. Paulo - 10.11.09 - trecho de reportagem)
O STF (Supremo Tribunal Federal) cassou uma decisão que obrigava o MEC (Ministério da Educação) a marcar o Enem em nova data para um grupo de 22 estudantes judeus.
Os estudantes religiosos reclamam que a primeira prova será realizada num sábado (5/12). Nesse dia da semana, a religião judaica determina o descanso, proibindo que se trabalhe, estude ou dirija.
A alternativa dada pelo MEC -que será seguida por estudantes adventistas, que também guardam o sábado- é que os estudantes religiosos entrem na sala de prova junto com os outros (até as 12h55) e aguardem até o pôr-do-sol, por volta das 18h, para realizar o exame.
A inscrição, que custa R$ 85, só pode ser feita pelo site www.mackenzie.br.
As provas para todos os cursos acontecem no dia 11. Os candidatos aos cursos de arquitetura e urbanismo e desenho industrial, porém, deverão fazer o exame de habilidades específicas na véspera, dia 10.
O lista com o nome dos aprovados sai dia 8 de janeiro.
A resposta do primeiro quiz da semana passada é C.
(FOVEST) Até 1989, quando foi derrubado, o Muro de Berlim também era chamado de "muro da vergonha". Esse muro, além de dividir a cidade de Berlim ao meio _Berlim Ocidental (RFA) e Berlim Oriental (RDA)_, simbolizava a divisão do mundo em dois blocos: um constituído pelos países capitalistas encabeçados pelos Estados Unidos da América e outro formado pelos países socialistas simpatizantes do regime soviético. A destruição desse muro determinou o fim da Guerra Fria.
Sobre as mudanças ocorridas no mundo após a queda do Muro de Berlim, considere as seguintes afirmações:
I. Com o fim do "socialismo real" e a implantação do capitalismo na URSS, através da Perestroika, surgiu uma nova Rússia comandada por Mikhail Gorbachev, tão forte quanto a velha União Soviética, mas com pluripartidarismo e mais democracia.
II. No quadro dessa reordenação político-estratégica do espaço europeu, a União Europeia avançou em direção à antiga área de domínio soviético, a Cortina de Ferro, e se transformou num Estado gigante, saltando de 15 membros até 1995 para 27 nações em 2007.
III. Com a abertura de novos espaços para um mundo multipolar, a Rússia, sucessora da URSS no Leste europeu, ampliou sua área de influência política, tornando-se uma parceira dos EUA na construção do escudo antimísseis a ser instalado na República Tcheca.
IV. A partir da queda do muro ocorreu a divisão da Tchecoslováquia em 1993 e a explosão do separatismo nos Bálcãs, que, além de transformar a região num palco de guerra, resultou na desintegração da Iugoslávia e na formação da Eslovênia, Croácia e Bósnia-Herzegovina, entre outros novos países.
V. O Muro de Berlim se converteu num símbolo da velha ordem bipolar, separando a Alemanha em dois regimes políticos e econômicos: um capitalista e outro socialista. Sua destruição marcou o fim da Guerra Fria e o surgimento da nova ordem mundial.
Estão corretas:
a. as afirmativas I, III e IV
b. as afirmativas II, III e V
c. as afirmativas II, IV e V
d. as afirmativas I, II e III
e. as afirmativas I, II, IV e V
O professor Roberto Candelori explica a resposta:
I. Item incorreto: Com o fim do "socialismo real", a velha URSS acabou se desintegrando e dando lugar à CEI (Comunidade dos Estados Independentes). Quem deu início a esse período de reformas foi Mikhail Gorbachev, que pretendia, através da perestroika e da glasnost, modernizar o Estado soviético. Não conseguiu e a URSS deixou de existir. Portanto, não foi a perestroika que implantou o capitalismo na velha URSS, mas juntamente com a glasnost contribuiu para sua desintegração.
II. Item correto.
III. Item incorreto: Com a abertura de novos espaços para um mundo multipolar, a Rússia, sucessora da URSS no Leste europeu, viu reduzir-se sua área de influência, principalmente em razão da criação da Comunidade dos Estados Independentes. Também não é verdade que tenha se tornado uma parceira dos EUA, embora tenha relações menos tensas que no período da Guerra Fria. E, ao contrário do que afirma a alternativa, a Rússia jamais concordou com a construção do escudo antimísseis.
A Fuvest já liberou em seu site a prova e o gabarito da primeira fase, ocorrida hoje. No geral, professores de cursinhos acharam a prova de nível médio e bem elaborada.
E você, o que achou do vestibular da Fuvest? Comente aqui.
Mais informações sobre a Fuvest estarão no caderno Cotidiano de amanhã.
USP faz Festa do Livro com descontos mínimos de 50%
Entre os dias 25 e 27 de novembro, acontece a XI Festa do Livro da USP. Todos os livros vendidos durante o evento, que conta com 130 expositores, terão desconto mínimo de 50% em relação ao preço de capa praticado pelos editores.
A XI Festa do Livro da USP é gratuita e aberta ao público. Ela acontece das 9h às 21h no prédio da Geografia e História, na Cidade Universitária (av. Professor Lineu Prestes, 338, Butantã, São Paulo).
O Centro Universitário Senac decidiu prorrogar as inscrições para o seu vestibular até 30 de novembro. No total, são 2.575 vagas distribuídas entre os campi Santo Amaro (zona sul de SP), Águas de São Pedro e Campos do Jordão (ambos no interior do Estado).
Nesta sexta-feira, o Cursinho Henfil promove uma aula aberta e gratuita com dicas para a Fuvest, cuja primeira fase acontece no domingo.
Serão quatro aulas, com professores diferentes, que explicarão como cada disciplina é cobrada e quais temas podem cair neste ano.
As inscrições vão até o dia 20 e podem ser feitas pelo telefone 0/xx/11/3262-4496 ou pelo site www.cursinhohenfil.org.br. A aula será das 9h às 18h, na unidade Paulista do cursinho (av. Paulista, 1.776, São Paulo).
O ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) divulgou hoje, em seu site, os locais onde realizará suas provas, que acontecem entre os dias 15 e 18 de dezembro.
A instituição alerta que não vai enviar comprovante de inscrição aos candidatos e que, portanto, os alunos deverão verificar com bastante atenção o seu número de inscrição, o endereço do local do exame e a sala onde farão a prova.
O ITA oferece 130 vagas divididas entre as engenharias de de computação, eletrônica, civil-aeronáutica e mecânica-aeronáutica e aeronáutica. A duração do curso de todas as especialidades é de cinco anos.
O ITA fica em São José dos Campos, a 97 km de São Paulo.
Alunos de escolas públicas e particulares têm agora mais uma ferramenta de estudo de disciplinas como história, geografia e sociologia: o Arquivo Público do Estado de São Paulo.
Por meio de visitas agendadas por professores, os estudantes podem ter contado com documentos históricos e, assim, aprender com informações retiradas direto da fonte.
Para participar, basta pedir para seu professor entrar em contato com o Núcleo de Ação Educativa pelo telefone 0/xx/11/2221-4785 (ramal 2049).
Com os grandes vestibulares se aproximando, o canal Futura vai dar uma mãozinha para quem quer seguir as carreiras de direito e fisioterapia. O canal vai exibir hoje, às 21h, e no dia 21, às 19h, vídeos que falarão a respeito desses dois cursos, das mudanças no mercado de trabalho e das oportunidades de atuação desses profissionais. O vídeo de hoje será sobre a carreira de direito. O de sábado falará sobre fisioterapia. Os vídeos foram produzidos pela TV Unaerp (Universidade de Ribeirão Preto) em parceria com o canal Futura. Para quem tem tv a cabo, o Futura fica no canal 32 da Net, no 8 da Sky e no 163 da DirecTV. Veja aqui o vídeo de direito: Veja aqui o vídeo de fisioterapia:
Se seguir a carreira de ator parece algo muito difícil, o ator Caco Ciocler pode ajudar a esclarecer algumas dúvidas de quem quer entrar nesse mercado de trabalho. Ele ministra hoje, das 19h30 às 21h, no Senac Lapa Scipião, a palestra Ser Ator. No evento, o ator vai falar sobre as possibilidades de atuação que a carreira proporciona.
Quem não puder ir hoje ao evento terá ainda outra oportunidade no dia 11 de dezembro, também das 19h30 às 21h, no Senac Santana.
A entrada é franca, mas para garantir um lugar é preciso se inscrever nas unidades do Senac que abrigarão a palestra ou pelo site www.sp.senac.br.
O Senac Lapa Scipião fica na rua Scipião, 67. O de Santana fica na rua Voluntários da Pátria, 3.167.
(FOVEST) Até 1989, quando foi derrubado, o Muro de Berlim também era chamado de "muro da vergonha". Esse muro, além de dividir a cidade de Berlim ao meio _Berlim Ocidental (RFA) e Berlim Oriental (RDA)_, simbolizava a divisão do mundo em dois blocos: um constituído pelos países capitalistas encabeçados pelos Estados Unidos da América e outro formado pelos países socialistas simpatizantes do regime soviético. A destruição desse muro determinou o fim da Guerra Fria.
Sobre as mudanças ocorridas no mundo após a queda do Muro de Berlim, considere as seguintes afirmações:
I. Com o fim do "socialismo real" e a implantação do capitalismo na URSS, através da Perestroika, surgiu uma nova Rússia comandada por Mikhail Gorbachev, tão forte quanto a velha União Soviética, mas com pluripartidarismo e mais democracia.
II. No quadro dessa reordenação político-estratégica do espaço europeu, a União Europeia avançou em direção à antiga área de domínio soviético, a Cortina de Ferro, e se transformou num Estado gigante, saltando de 15 membros até 1995 para 27 nações em 2007.
III. Com a abertura de novos espaços para um mundo multipolar, a Rússia, sucessora da URSS no Leste europeu, ampliou sua área de influência política, tornando-se uma parceira dos EUA na construção do escudo antimísseis a ser instalado na República Tcheca.
IV. A partir da queda do muro ocorreu a divisão da Tchecoslováquia em 1993 e a explosão do separatismo nos Bálcãs, que, além de transformar a região num palco de guerra, resultou na desintegração da Iugoslávia e na formação da Eslovênia, Croácia e Bósnia-Herzegovina, entre outros novos países.
V. O Muro de Berlim se converteu num símbolo da velha ordem bipolar, separando a Alemanha em dois regimes políticos e econômicos: um capitalista e outro socialista. Sua destruição marcou o fim da Guerra Fria e o surgimento da nova ordem mundial.
O Mackenzie decidiu nesta tarde adiar o fim das inscrições de seu vestibular, que iriam até esta terça-feira (dia 17). O novo prazo agora é até 23 de novembro, a próxima segunda-feira.
As inscrições, que acontecem para os processos seletivos dos campi em São Paulo, Campinas e Tamboré, devem ser feitas unicamente pelo site da universidade (www.mackenzie.br). O valor da taxa de inscrição é de R$ 85.
As provas serão realizadas em 11 de dezembro. Já as provas de habilidade específica para os cursos de arquitetura e urbanismo ou desenho industrial, e a de transferência externa, serão aplicadas no dia 10 de dezembro.
Resposta do Quiz da Semana - Conflitos internacionais
A resposta do quiz da semana passada é B.
Líderes sérvios, como Slobodan Milosevic (morto em 2006) e, mais recentemente, Radovan Karadzic (indiciado em 1995 e foragido por mais de 12 anos), foram levados ao Tribunal Penal Internacional de Haia (Holanda) para responder às acusações de genocídio, crimes de guerra e crimes contra a humanidade. Esses líderes são acusados de praticar tais atrocidades em qual conflito?
a. Guerra da Crimeia
b. Guerra da Bósnia
c. Guerra dos Bôeres
d. Guerras Balcânicas
e. Guerra dos Seis Dias
O professor Luiz Fernando de Carvalho explica a resposta:
Alternativa A: Errada. A Guerra da Crimeia (1853-1856) foi travada entre o Império Russo e a Turquia (contando com apoio do Reino Unido e da França), pela hegemonia entre os mares Negro e Mediterrâneo.
Alternativa B: Correta. A Guerra da Bósnia, entre 1992 e 1995, foi o somatório de uma complexa série de fatores envolvendo o nacionalismo, o fervor religioso, o crepúsculo da Guerra Fria e o desmembramento da ex-Iugoslávia, resultante do desaparecimento da URSS e do socialismo do tipo soviético.
Alternativa C: Errada. A Guerra dos Bôeres (1880-1881) foi na África do Sul, entre forças britânicas e colonos de origens holandesa, alemã e francesa.
Alternativa D: Errada. As Guerras Balcânicas (1912) foram conflitos curtos entre Sérvia, Montenegro, Grécia, Romênia, Turquia e Bulgária pelos territórios remanescentes do Império Otomano.
Alternativa E: Errada. Na Guerra dos Seis Dias (1967), Israel opôs uma coalizão formada por Egito, Jordânia e Síria (com apoio de outros Estados árabes). Após o conflito, Israel ampliou suas fronteiras para a Península do Sinais, Cisjordânia e as Colinas de Golã.
A Folha preparou um simulado com 90 questões nos mesmos moldes da Fuvest, preparadas por professores de colégios e cursinhos. Se você perdeu este caderno especial, publicado neste domingo, acesse a versão on-line.
Você pode encontrá-la na Folha Online, neste link. Ao final das questões, você encontra o gabarito. No mesmo link, estão ainda as resoluções das questões, comentadas pelos professores.
Não perca essa chance de treinar seus conhecimentos e boa sorte na hora da prova deste domingo!
O Cursinho da Poli-USP oferece 240 vagas para pessoas que tenham concluído ou que cursarão, em 2010, o último ano do ensino médio em escola pública.
Quem for aprovado no processo seletivo não pagará mensalidade, apenas as taxas de inscrição (R$ 30) e de matrícula (R$ 10), além do custo do material didático, que é opcional.
O processo seletivo tem duas fases. Na primeira, será aplicada uma prova de conhecimentos gerais, com 50 questões de múltipla escolha, no dia 17 de janeiro de 2010. Passarão para a segunda fase os 480 mais bem classificados. A segunda fase é uma avaliação socioeconômica para identificar os alunos com o perfil visado pelo projeto.
Para participar do processo seletivo, o candidato deverá comparecer pessoalmente ao Grêmio Politécnico com RG original e os R$ 30 da taxa de inscrição.
As inscrições vão até 14 de janeiro de 2010, das 13h às 20h, de segunda a sexta-feira. O Grêmio Politécnico fica dentro da Poli-USP (av. Professor Almeida Prado, 128, travessa 2, Biênio, 1º andar, Cidade Universitária).
Os candidatos ao vestibular da Fuvest, cuja primeira fase acontece neste domingo, já podem consultar onde farão a prova. Os endereços estão no site www.fuvest.br.
São 112 endereços, sendo 46 na capital, 13 nas cidades da região metropolitana, 50 no interior do Estado e três em cidades de outros Estados brasileiros (Brasília, Curitiba e Belo Horizonte).
Os candidatos devem visitar os locais no sábado para evitar atrasos no domingo -quando os portões serão abertos às 12h30 e fechados às 13h, horário de início da prova.
O caderno Fovest desta terça-feira traz todas as dicas para esta semana da Fuvest. Não perca amanhã, na Folha.
A assessoria da Unesp divulgou agora que a universidade vai usar o resultado do Enem no seu vestibular. O desempenho dos candidatos no exame nacional pode compor 10% de sua nota final na estadual paulista.
A Unesp era a única das estaduais de São Paulo que ainda não havia oficializado uma decisão depois do adiamento do Enem.
No próximo dia 22, cerca de 130 mil candidatos participam da primeira fase da Fuvest 2010. Para esclarecer as últimas dúvidas e orientar os internautas que vão fazer a prova, o Anglo fará um programa ao vivo pela sua TV Web. A atração acontece na próxima segunda-feira, dia 16, às 15h, e vai contar com a participação do coordenador de vestibular do Anglo de São Paulo, Alberto Francisco do Nascimento.
Além de responder às dúvidas dos internautas, ele dará as últimas dicas antes do vestibular, desde alimentação, sono e revisão, até orientações sobre o formato da prova, como lidar com o nervosismo e evitar o "branco" na hora do exame, entre outros assuntos.
Com acesso gratuito pelo site www.cursoanglo.com.br, os internautas poderão assistir ao programa em áudio e vídeo, tanto em banda larga, como em dial-up (conexão discada).
Resolução ao vivo – no dia da prova da primeira fase da Fuvest, a partir das 19h, o site do Anglo trará a resolução ao vivo, com comentários dos professores sobre cada questão.
Ao acessar a página e entrar na seção "O Anglo Resolve", o usuário poderá acompanhar em vídeo a resolução conduzida por professores de cada disciplina e, ao mesmo tempo, visualizar as mesmas questões corrigidas. No mesmo espaço, é possível ainda selecionar e acompanhar edições anteriores de "O Anglo Resolve".
A Faculdade Zumbi dos Palmares promoverá, no próximo dia 28, o primeiro Zumbi Experience. Com o objetivo de apresentar sua proposta pedagógica aos interessados em ingressar em seus cursos, a Zumbi abre as portas para a comunidade. Para participar basta inscrever-se pelo site www.zumbidospalmares.edu.br.
Haverá atividades como aula aberta de samba rock com o grupo Negros Dançar, formado por alunos da instituição, aula aberta de inglês que faz parte do projeto de línguas estrangeiras, apresentação de curta metragem sobre o campo da comunicação social, orientação vocacional com psicólogos e com os coordenadores dos diversos cursos oferecidos, exposição de trabalhos dos grupos de estudos da Zumbi, oficina de percussão e participação na gravação do Programa "Negros em Foco", iniciativa e produção da Afrobras, associação mantenedora da instituição.
O evento terá início às 9h. A Faculdade Zumbi dos Palmares fica na avenida Santos Dumont, 843 – Ponte Pequena, São Paulo, dentro do Clube Tietê, Telefone: 0/xx/11 3229-4590. Confira a programação no site. As vagas são limitadas.
O Centro Universitário Belas Artes de São Paulo promove hoje um bate-papo com profissionais das áreas de arquitetura e urbanismo, artes visuais, design gráfico, design de interiores, design de moda, design de produto, publicidade e propaganda, rádio e TV, relações internacionais e relações públicas.
A intenção da instituição é que candidatos ao processo seletivo possam tirar todas as dúvidas sobre curso e infraestrutura do centro universitário, além de carreira e mercado de trabalho. É uma oportunidade para conhecer mais a fundo as opções e tomar uma decisão mais acertada, pois é comum que alguns fiquem em dúvida entre arquitetura e urbanismo ou design de interiores, publicidade e propaganda ou design gráfico, por exemplo. Às 17h, a palestra é sobre design de moda; às 8h, design de interiores; 19h comunicação social; 20h, design gráfico e de produto.
Para participar, basta entrar em contato pelo telefone 0/xx/11 5576-7303 ou por e-mail vestibular@belasartes.br. O Centro Universitário Belas Artes de São Paulo fica na rua Dr. Álvaro Alvim, 76, Vila Mariana.
O quiz desta semana foi proposto pelo professor Luiz Fernando de Carvalho. A resposta será publicada na segunda-feira.
Líderes sérvios, como Slobodan Milosevic (morto em 2006) e, mais recentemente, Radovan Karadzic (indiciado em 1995 e foragido por mais de 12 anos), foram levados ao Tribunal Penal Internacional de Haia (Holanda) para responder às acusações de genocídio, crimes de guerra e crimes contra a humanidade. Esses líderes são acusados de praticar tais atrocidades em qual conflito?
Uma boa revisão antes do vestibular nunca é demais. Foi pensando nisso que o CPV decidiu oferecer aos candidatos de medicina uma turma gratuita de revisão para as provas de segunda fase.
Como as vagas são limitadas, os alunos serão selecionados mediante análise curricular e entrevista. Os interessados devem marcar a entrevista pelo telefone 0/xx/11/3045-5515 e levar, no dia marcado, histórico escolar e documento de identidade.
As aulas, que começam no dia 24 de novembro, acontecerão no período do tarde, de segunda a sexta, das 14h30 às 19h30. O endereço é rua João Moura, 509, unidade Pinheiros.
Se a perspectiva de encarar a prova da Unicamp no próximo domingo tem tirado o sono de muito vestibulando, o professor Célio Ricardo Tasinafo, coordenador pedagógico da Oficina do Estudante, dá a dica para que a prova discursiva não seja traumática.
Como a redação vale metade da nota, é bom começar por ela;
A Unicamp dá a opção de fazer uma narrativa, uma dissertação ou uma carta. O melhor é optar pelo gênero em que você se sente mais seguro: a hora da prova não é hora de experimentar;
Vale a pena dar uma lida na prova inteira antes de começar a desenvolver a redação. O exame é temático e as informações contidas nele podem ajudar a escrever um bom texto;
Feita a redação, é hora de responder às questões das disciplinas em que você tem mais segurança;
Atenção: mesmo quando a prova não for de português, deve-se ter muito cuidado com o uso da norma culta e com os erros ortográficos. Deslizes podem até não descontar pontos, mas questões bem respondidas valorizam a resposta;
É preciso ser objetivo. Se a questão pede para citar algo, basta citar. Se pede para explicar, aí é que é para desenvolver a questão;
Cuidado com rasuras. Não há problema algum em se arrepender de algo que já está escrito, mas capricho para assinalar a parte a ser desconsiderada nunca é demais. Provas limpas causam boa impressão.
Estudantes de universidades públicas ou privadas que queiram tentar uma vaga na Unifesp já podem conferir o edital de transferência externa no site da universidade.
Foram abertas 338 vagas para 14 cursos de graduação, sendo 14 em São Paulo, 157 em Guarulhos, 116 na Baixada Santista, 32 em São José dos Campos e 29 em Diadema.
As inscrições para o processo seletivo devem ser feitas pelo http://prograd.unifesp.br. A taxa custa R$ 110 e é pagável em qualquer agência bancária ou banco eletrônico até a data do vencimento. A relação dos candidatos selecionados será divulgada no dia 22 de dezembro.
Apenas alunos oriundos de instituições reconhecidas pelo MEC e que tenham cursado ao menos um ano em suas universidades de origem.
Desde que foi criada, é a primeira vez que a universidade abre prova para transferência externa.
A resposta do primeiro quiz da semana passada é C.
O Brasil deu um passo importante para a integração com seus vizinhos com a criação do Mercado Comum do Sul. O Mercosul, como ficou conhecido esse mercado regional, foi gestado durante vários anos e oficialmente constituído com a assinatura do Tratado de Assunção, em 26 de março de 1991.
Sobre o Mercosul, considere as seguintes afirmações:
(I) O Mercosul foi constituído pelos seguintes países: Brasil, Paraguai, Argentina e Bolívia.
(II) O Mercosul está aprofundando a integração das economias dos países-membros por meio do aumento do fluxo de mercadorias e capitais, beneficiando as empresas do bloco e ampliando suas possibilidades de negócios e lucros.
(III) As atividades do narcotráfico, na tríplice fronteira entre Brasil, Uruguai e Argentina, constituem uma das dificuldades para a consolidação do Mercosul devido à forte presença de plantadores de coca no lado uruguaio.
(IV) O projeto de integração regional que resultou na criação do Mercosul, remonta a 1985, quando os presidentes de Brasil e Argentina -José Sarney e Raúl Alfonsín- assinaram um acordo bilateral que ficou conhecido como Declaração de Iguaçu.
(V) Por enquanto, o Mercosul constitui uma união aduaneira, estágio da integração econômica em que os países membros promovem a eliminação, entre si, de taxas alfandegárias e de restrições não tarifárias, enquanto mantêm proteção em relação a outros países através do estabelecimento de uma tarifa externa comum.
Estão corretas:
a. as afirmativas I, III e IV.
b. as afirmativas II, III e V.
c. as afirmativas II, IV e V.
d. as afirmativas I, II e III.
e. as afirmativas I, II, IV e V.
O professor Roberto Candelori explica a resposta:
(I) - Alternativa falsa: O Mercosul foi constituído pelos seguintes países: Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai. A Bolívia não faz parte do bloco.
(II) - Alternativa correta.
(III) - Alternativa falsa: A tríplice fronteira é uma região entre o Brasil, Paraguai e Argentina. Portanto não inclui o Uruguai. Além do que, o Mercosul está consolidado e os problemas referentes ao narcotráfico na tríplice fronteira são problemas sérios a serem equacionados pelos países membros, mas seria excessivo afirmar que esse fato representa um risco para a sobrevivência ou consolidação do Mercosul.
Febre nos últimos anos, o Sudoku estimula o raciocínio lógico-matemático. De olho em alunos de ensino médio com aptidão para esses quebra-cabeças e vocação para as áreas de engenharia e computação, a Universidade São Judas Tadeu promove, no dia 14, o 1º Desafio São Judas de Sudoku.
Gratuito e em parceria com as Revistas Coquetel, o evento vai das 9h às 16h, no campus Mooca (zona leste de SP). As inscrições podem ser feitas até o dia 12 pelo www.usjt.br/info/desafio_sudoku.
A Academia Médica Sechenov, em Moscou, oferece 30 vagas de medicina em inglês para 2010.
Os interessados devem procurar, até hoje (9/11), a Aliança Russa de Ensino Superior, que representa as universidades russas no Brasil. Mais informações no site www.medicinarussia.com.br.
Já está disponível a lista dos aprovados nas provas de aptidão específica das carreiras de artes plástica e música (Ribeirão Preto e São Paulo).
Segundo a Fuvest, dos 1.252 inscritos 291 foram aprovados. Quem não passou vai, agora, concorrer para a vaga de segunda opção indicada na ficha de inscrição.
O prazo de inscrição para a prova da Univesp foi prorrogado. Agora, os candidatos terão até a próxima segunda-feira, dia 9 de novembro, tanto para se inscrever pelo site da Vunesp quanto pagar a taxa de R$ 70 em qualquer agência bancária ou pela internet.
O vestibular acontece em parceria com a Unesp e será realizado em 6 de dezembro.
O curso, que é voltado a professores em exercício do Estado de São Paulo, é semipresencial e é a primeira graduação a ser oferecida pela Univesp (Universidade Virtual do Estado de São Paulo).
A Universidade Guarulhos (UnG) promove a partir de quarta-feira, dia 11, um ciclo de palestras sobre a cultura inca. O objetivo é aprofundar os temas abordados na exposição de fotografias "Qhapaq Ñan, Caminho dos Incas", que está em cartaz desde o último dia 28 na unidade Centro da instituição (praça Tereza Cristina, 1, Centro de Guarulhos).
Uma ação conjunta do Peru, Bolívia, Equador, Chile, Argentina e Colômbia aspira que o Caminho dos Incas seja inscrito na lista do Patrimônio Mundial da Unesco. Esses países, com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento, iniciaram a elaboração do projeto integral "Qhapaq Ñan", com a finalidade de preservar seus valores culturais e naturais, favorecer as populações cujos ancestrais o fizeram possível e permitir que possa continuar sendo transitado por andarilhos de outros lugares do mundo.
A exposição ficará aberta até o dia 28 deste mês. O funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 21h; e aos sábados, das 9h às 15h. A iniciativa é fruto da parceria entre a UnG e a Embaixada e o Consulado do Peru.
Os temas, datas e horários das palestras podem ser vistos no site www.ung.br.
As unidades da ESPM em São Paulo e no Rio de Janeiro receberão pais de vestibulandos para um café da manhã. No Rio, o evento será no dia da prova de vestibular, no próximo domingo, dia 8 de novembro. A ideia é mostrar a instituição e tirar dúvidas sobre os cursos oferecidos. As inscrições para o vestibular da ESPM-RJ já foram encerradas. Informações pelo telefone 0/xx/21 2216-2002.
Já em São Paulo o café da manhã será no domingo, dia 15. A recepção também é no dia da prova e oferece atividades das 8h às 14h. Os pais também terão à sua disposição um lounge com espaço para leitura, internet, monitores para fornecer informações e poderão conhecer alguns espaços da Escola, além de uma apresentação do Grupo de Teatro ESPM. Para participar, é preciso confirmar presença pelo telefone 0/xx/11 5085-4600. As inscrições para o vestibular da ESPM-SP terminam nesta sexta, dia 6.
No próximo sábado, às 14h, o Cursinho do XI proverá uma palestra gratuita sobre os conflitos do Oriente Médio.
Para se inscrever, basta enviar dados (nome, número da carteira de identidade e telefone) para o endereço eletrônico cd.xi@uol.com.br ou comparecer ao curso, na av. Brigadeiro Luís Antônio, 277, 5º andar.
Outras informações podem ser obtidas pelo 0/xx/11/3107-6293 ou pelo site www.cursinhodoxi.com.br.
A Unicamp liberou na manhã de hoje a consulta aos locais em que serão aplicadas as provas da primeira fase de seu vestibular, que acontece no dia 15 de novembro.
Os endereços podem ser consultados no site www.comvest.unicamp.br. Basta digitar o nome ou o número de inscrição no vestibular.
A Unicamp realiza as provas em 24 cidades do Brasil: Bauru, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Jundiaí, Limeira, Mogi-Guaçu, Piracicaba, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Sumaré e Valinhos.
Os candidatos devem chegar aos locais até as 13h, já que os portões serão fechados às 13h45. A prova começa às 14h.
Leia mais sobre o vestibular da Unicamp no caderno Fovest da próxima terça-feira.
O pré-vestibular popular da UFJF (federal de Juiz de Fora) recebe só até amanhã, das 17h às 21h, as inscrições para o processo seletivo para seu curso de revisão.
Os interessados devem comparecer ao bloco C do Instituto Federal, campus Juiz de Fora (antigo CTU), que fica na rua Bernardo Mascarenhas 1.283, bairro Fábrica portando documento de identidade, comprovante de conclusão do ensino médio ou declaração de aluno em curso, duas fotos 3X4 e comprovante de inscrição ao vestibular da UFJF.
São oferecidas 18 vagas para o módulo de revisão em exatas e 20 para saúde.
A prova acontece no domingo, às 14h. Os aprovados terão aulas de 11 de novembro a 18 de dezembro.
Outras informações podem ser obtidas pelo 0/xx/32/4009-3084.
O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a Google Brasil Internet Ltda. e o autor de um blog retirem do ar o download para uma apostila pré-vestibular da Editora COC, de Ribeirão. Cabe recurso.
O tribunal deferiu, em segunda instância, pedido de tutela antecipada feito pela editora, sob pena de multa diária de R$ 100 se descumprido. Até ontem, a Folha conseguiu acessar o blog morrodarocinha.blogspot.com e encontrar o link para download.
O blog é de Robson Marinho. Na primeira instância, a editora havia solicitado que fosse tirado do ar o link para download, mas o pedido foi negado.
A ação também pede que o Google informe os dados de Robson Marinho. Procurados, a Editora COC e o Google não se manifestaram. A reportagem não conseguiu localizar o autor do blog ontem. (DA FOLHA RIBEIRÃO)
O Brasil deu um passo importante para a integração com seus vizinhos com a criação do Mercado Comum do Sul. O Mercosul, como ficou conhecido esse mercado regional, foi gestado durante vários anos e oficialmente constituído com a assinatura do Tratado de Assunção, em 26 de março de 1991.
Sobre o Mercosul, considere as seguintes afirmações:
(I) O Mercosul foi constituído pelos seguintes países: Brasil, Paraguai, Argentina e Bolívia.
(II) O Mercosul está aprofundando a integração das economias dos países-membros por meio do aumento do fluxo de mercadorias e capitais, beneficiando as empresas do bloco e ampliando suas possibilidades de negócios e lucros.
(III) As atividades do narcotráfico, na tríplice fronteira entre Brasil, Uruguai e Argentina, constituem uma das dificuldades para a consolidação do Mercosul devido à forte presença de plantadores de coca no lado uruguaio.
(IV) O projeto de integração regional que resultou na criação do Mercosul, remonta a 1985, quando os presidentes de Brasil e Argentina -José Sarney e Raúl Alfonsín- assinaram um acordo bilateral que ficou conhecido como Declaração de Iguaçu.
(V) Por enquanto, o Mercosul constitui uma união aduaneira, estágio da integração econômica em que os países membros promovem a eliminação, entre si, de taxas alfandegárias e de restrições não tarifárias, enquanto mantêm proteção em relação a outros países através do estabelecimento de uma tarifa externa comum.
Os principais vestibulares estão chegando e há muita gente tensa. Mas calma: agora não é hora de desespero, e sim, de reforçar o que foi estudado durante todo o ano ou no último semestre. Para quem vai prestar os vestibulares da Unesp (no dia 8 de novembro), Unicamp (15) e Fuvest (22), a palavra-chave é estratégia.
"Esses três vestibulares têm uma programação de conteúdo comum, mas as provas são diferentes. Por isso, o melhor é ter um foco e se voltar estrategicamente para o vestibular que considera mais importante. Se quer Fuvest, então se foque na Fuvest", diz Edison de Freitas Filho, coordenador geral do cursinho Ease.
Quanto à carga horária de estudos, o importante é não "se matar" na reta final. Ou seja, nada de passar madrugadas tentando recuperar o que não conseguiu aprender até agora. "Deve-se manter o ritmo de estudo, ou seja, nem aumentar a carga horária de costume nem diminuir. Também é bom dar uma atenção especial à matéria em que se tem mais dificuldade", diz o professor Alberto Francisco do Nascimento, do Anglo.
Dar uma atenção a provas antigas e simulados e refazer as questões que não foram acertadas na época é uma boa maneira de treinar a agilidade na hora do vestibular.
"É bom não perder muito tempo quando dá ‘branco’. O ideal é ficar três minutos em cada questão e pular as que não se sabe a resposta. Para responder o gabarito, é bom reservar os 30 minutos finais para preenchê-lo com calma", afirma a coordenadora-geral do Cursinho da Poli, Alessandra Venturi.
Outra dica é unânime entre os professores consultados pelo Blog do Fovest: conhecer o local da prova antes do dia do vestibular, para cronometrar o tempo e evitar atrasos. "Isso é fundamental, principalmente, para quem depende de transporte público. Nos finais de semana, quando ocorrem as provas, a frota sempre diminui e demora mais", diz Alessandra.
E quanto à alimentação, não se esqueça: faça refeições leves, inclusive no dia anterior à prova. Durma cedo e evite excessos -deixe a balada para quando sair o resultado final do vestibular. (MÔNICA RIBEIRO E RIBEIRO)
Candidatos que fizeram a primeira fase do vestibular da Direito GV já podem rever as provas aplicadas domingo e segunda. O gabarito, no entanto, só sai no início do ano que vem.
Neste ano, as provas de geografia e história passam a ser eliminatórias, assim como já eram as provas de redação, língua portuguesa e inglês, além do exame oral da segunda fase. Em todas elas é preciso tirar mais do que 3 (escala de 0 a 10).
A segunda fase, que acontece apenas em São Paulo, será entre os dias 7 e 11 de dezembro, em horário agendado pela coordenação do vestibular.
A resposta do quiz da semana passada é 10, que é a soma dos números correspondentes às alternativas verdadeiras. O modelo deste exercício segue o padrão de provas como a da Universidade Estadual de Maringá, em que a resposta é a soma dos números correspondentes a cada uma das alternativas verdadeiras.
No início de outubro, os jornais noticiaram o falecimento da cantora popular argentina Mercedes Sosa, conhecida como La Negra por sua ascendência ameríndia. Artista engajada, peronista de esquerda, sua preocupação sociopolítica refletia-se em seu repertório: combate ao imperialismo, ao consumismo e às desigualdades sociais. Foi alvo do regime militar argentino, um dos mais repressores do subcontinente. Acerca do referido regime, assinale o que for correto:
(01) À ditadura peronista seguiu-se uma ditadura militar marcada pela violência. Os primeiros atos do novo governo denunciavam o rumo que os militares desejavam imprimir: intervenção na Suprema Corte de Justiça e em universidades, extinção de partidos políticos e prisão de lideranças sindicais.
(02) Os métodos adotados para conter as forças populares a partir da instalação da ditadura em 1976 foram desde a desarticulação das organizações de massas e suspensão da liberdade de imprensa e informação até prisão, tortura, desaparecimentos e assassinatos de opositores.
(03) Desde 1977, Las Madres de Plaza de Mayo reúnem-se em busca de informações acerca do paradeiro de parentes desaparecidos durante a Guerra Suja e para manifestar seu repúdio ao regime militar.
(04) A Copa do Mundo de 1978 foi transformada pelos militares argentinos numa "vitrine" para tentar mostrar ao mundo a existência de um regime democrático no país, mas fracassou: 8.000 assassinatos, 6.000 encarcerados, de 5.000 a 7.000 presos em campos de concentração das Três Armas e em torno de 2.000 mantidos em centros clandestinos de detenção.
(05) Mesmo com apoio chileno e norte-americano ao Reino Unido na Guerra das Malvinas, em 1982, a Argentina do general Leopoldo Galtieri saiu fortalecida do conflito, expulsando a presença britânica no arquipélago estabelecida em 1833.
(06) Com a queda do regime militar argentino, uma Lei de Anistia concedeu perdão aos opositores e colaboradores do regime de modo que crimes praticados durante a Guerra Suja e todo o regime não são objeto de julgamento e condenação no país platino.
O professor Luiz Fernando de Carvalho explica a resposta:
(01) Verdadeira: de fato, comparativamente, o regime militar argentino foi um dos mais violentos e repressivos da América Latina, contando com apoio do Brasil e a participação da CIA.
(02) Verdadeira: os métodos foram muito similares àqueles empregados no Brasil e no Chile, após a instalação do regime militar como forma de reprimir antagonismos.
(03) Verdadeira: foi uma das mais dramáticas manifestações contra a ditadura Argentina.
(04) Verdadeira: como o Brasil em 1970, o governo Argentino tentou capitalizar politicamente a Copa do Mundo a favor do regime militar.
(05) Falsa: contrariando a OEA, Chile e EUA colaboraram com as forças do Reino Unido na Guerra das Malvinas; entretanto, a Argentina foi derrotada, debilitando ainda mais o agonizante regime militar -o resultado da guerra acelerou a queda dos militares.
(06) Falsa: esta Lei de Anistia é brasileira, não Argentina; ainda hoje são levados a julgamento e sentenciados elementos que praticaram ações consideradas criminosas no regime militar.
Fabiana Rewald, 26, é editora do caderno Fovest e redatora do Cotidiano. Antes de começar a trabalhar na Folha, em 2007, foi repórter e subeditora de economia no jornal "Agora São Paulo", do Grupo Folha. É paulistana e se formou em jornalismo pela PUC-SP em 2003.
Ricardo Gallo, 29, é repórter do caderno Fovest e redator de Cotidiano. Na Folha desde 2003, já foi repórter da Folha Ribeirão e de Cotidiano. Antes, atuou em jornais de Mogi das Cruzes (Grande SP). Nasceu em São Paulo e se formou jornalista pela Universidade Braz Cubas em 2002.
Patrícia Gomes, 22, é repórter do Fovest e redatora de Regionais. Pesquisou as eleições de 2006 no Iuperj e foi redatora da Agence France Presse até participar do programa de treinamento da Folha. Nasceu em Mato Grosso do Sul, mas foi criada no Rio, onde se formou em jornalismo (pela Uerj, em 2007) e de onde vem o seu sotaque chiado.
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